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Lembrando

Hoje vasculhei algumas lembranças. E encontrei algumas que eu gostaria de dividir.
A primeira foi quando ganhei o primeiro lugar no concurso de poesia da Escola Paulino em 1995.
Havia escrito o poema Soneto I, uma elegia à um professor que era um grande amigo.
Em 1996 também fui premiada novamente, mas em quarto lugar com dois poemas.
E fiquei pensando porque parei de me inscrever em concursos de poesia.
Há muito tempo ouvi pessoas dizendo que eu não poderia ir muito longe e que eu deveria parar. Uma vez que pessoas que não são conhecidas nunca publicam livros e nem fazem sucesso.
Atravessei um longo caminho dentro da minha obscuridade, lutando contra tudo que eu havia ouvido e tudo que haviam me programado a sentir ou pensar.
Mesmo assim não conseguia parar de escrever. A cada dia mais poemas se formavam dentro de mim. E eu me sentia impulsionada a escrever.

No escuro da noite, confessa a ti próprio que morrerias se te
proibissem de escrever. Procura a resposta nas profundezas do teu
coração, no lugar onde as suas raízes se estendem, e pergunte-se:
preciso de escrever?
” Rainer Maria Rilke.



O amor pela arte me impulsionou a continuar, depois de participar de um curso livre de teatro com Wilson Rodrigues e participar do espetáculo Assim era o Cinema: Teatro em Revista.
Fui para a Distak produções e fiz um curso livre de teatro e formou-se o Etc&Palco. Mas não deu muito certo.
Depois de fazer parte do elenco de apoio do Filme Agenda Negra com o Zé do Caixão.
Eu me afastei do teatro e do cinema.
Talvez por insegurança ou por medo. Mas sempre fui consumida por estar longe do mundo da arte.



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 Mas sempre tive coragem de testar meus limites e prosseguir. E em 2000 fui VJ por um dia na MTV, me diverti muito e conheci muita gente legal.

Nunca desista de seus sonhos. Você pode tudo o que você quiser. 

Dryca Lys 

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