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Deus é amor. Como ele pode odiar o homem ?

Hoje eu decidi falar sobre isto. Porque tenho lido muita disseminação do ódio e o pior muitos "cristão" dizendo que Deus odeia determinados grupos de pessoas.
Vamos lá. Usarei passagens da Bíblia e as interpretarei. Não estou querendo mudar a visão de ninguém, não estou dizendo que sou dona da verdade e que estou zombando da palavra de Deus. Estou apenas mostrando a contradição do homem com o que realmente esta escrito na Bíblia.

"Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor." 1 João 4:8
O texto fala das pessoas que não tem amor. A falta de amor é demonstrada através dos atos e comportamentos que as pessoas tem em sociedade e com o meio ambiente ao qual esta inserida.
E o próprio texto diz DEUS É AMOR.
Segundo o que conhecemos de amor, este sentimento é capaz de suportar as mais estranhas situações pelo fato de querer tão bem o outro, que o mal que este lhe faz pode ser perdoado.
O amor não vê com os olhos da carne, mas com os olhos do espírito. 
Ou seja, o amor é uma energia que conecta as pessoas. E ela não se liga a aparência, status, conta bancária, etnia. 
O amor cria uma conexão entre as pessoas que as leva a querer estar próximas  de quem elas amam. E que muitas vezes faz com que se abra mão de algumas coisas e opiniões por amar a outra pessoa.
A Bíblia nos diz que Deus nos dá amor incondicional, acima do que nós seres humanos estamos acostumados. E principalmente que a natureza de Deus é o amor puro e verdadeiro.

"O amor, para ocorrer, não importando os níveis: se social, afetivo, paternal ou maternal, fraternal - que é o amor entre irmãos e companheiros - deve obrigatoriamente ser permitido. O que significa ser amor permitido? Bem, de fato quase nunca pensa-se sobre isso porque passa tão despercebido que atribui-se a um comportamento natural do ser humano ou de outros seres vivos. Mas não, a permissão aqui referida toma-se por base um sentimento de reciprocidade capaz de dar início e alargar as relações de afetividade entre duas ou mais pessoas ou seres que estão em contato e que por ventura vêm a nutrir um sentimento de afeição ou amor entre si.
A permissão ocorre em um nível de aceitação natural, mental ou físico, no qual o ser dá abertura ao outro sem que sejam necessárias quaisquer obrigações ou atitudes demeritórias ou confusas de nenhuma das partes. A liberdade de amar, quando o sentimento preenche de alguma forma a alma e o corpo e não somente por alguns minutos, dias ou meses, mas por muitos anos, quiçá eternamente enquanto dure e mais nas lembranças e memórias.
Por que você me ama? Porque você permitiu. Essa frase remete ao mais simples mecanismo de reciprocidade e lealdade, se um pergunta ao outro a razão de seu sentimento de amor em direção a ele, a resposta só poderia ser essa. A razão do sentimento de amor em direção à outra pessoa recaí na própria pessoa amada, que em seus gestos, palavras, pensamentos e ações conferiu permissão a que a outra pessoa ou ser - podendo até ser um animal de estimação - o dedicasse aquele sentimento de amor.
O amor pode ser entendido de diferentes formas, e tomado por certo conquanto é um sentimento, dessa forma é abstrato, sem forma, sem cor, sem tamanho ou textura. Mas é por si só: O sentimento em excelência; o que quer dizer que é o sentimento primário e inicial de todo e cada ser humano, animal ou qualquer outro ser dotado de sentimentos e capacidade de raciocínio natural.
Todos carecem de amor e querem reconhecer esse sentimento em si e nos outros, não importando idade ou sexo. O amor é vital para nossas vidas como o ar, e é notoriamente reconhecido que sem amor a criatura não sobrevive conquanto o amor equilibra e traz a paz de espírito quando é necessário." Fonte Wikipédia 

O amor é diferente do ódio.

"O ódio é um sentimento intenso de raiva. Traduz-se na forma de antipatia, aversão, desgosto, rancor, inimizade ou repulsa contra uma pessoa ou algo, assim como o desejo de evitar, limitar ou destruir o seu objetivo.
A palavra tem origem no latim odiu.
O ódio pode se basear no medo a seu objetivo, já seja justificado ou não. O ódio é descrito com frequência como o contrário do amor, ou aamizade; outros, como Elie Wiesel, consideram a indiferença como o oposto do amor.
O ódio não é necessariamente irracional. É razoável odiar pessoas ou organizações que ameaçam ou fazem sofrer.
O Ódio é mais profundo que a Raiva. Enquanto a Raiva seria predominantemente uma emoção, o Ódio seria, predominantemente, um sentimento. Paradoxalmente podemos dizer que o ódio é um afeto tão primitivo quanto o amor. Tanto quanto o amor, o ódio nasce de representações e desejos conscientes e inconscientes, os quais refletem mais ou menos o narcisismo fisiológico que nos faz pensar sermos muito especiais.
Assim como o amor, só odiamos aquilo que nos for muito importante. Não há necessidade de ser-nos muito importantes as coisas pelas quais experimentamos Raiva, entretanto, para odiar é preciso valorizar o objeto odiado.
A teoria do Sujeito-Objeto, diadaticamente coloca a idéia de que existem apenas duas coisas em nossa existência, eu, o sujeito e o não-eu, o objeto. E tudo o que sentimos, desde nosso nascimento, são emoções e sentimentos em resposta ao objeto. Para que essa teoria possa ter utilidade é imprescindível entendermos o objeto como tudo aquilo que não é eu, mais precisamente, tudo aquilo que não é minha consciência.
Assim sendo teremos os objetos do mundo externo ao sujeito, que são as coisas, os fatos, os acontecimentos, e os objetos internos, que são nossos órgãos, nossa bioquímica, etc. Podemos sentir raiva, e outros sentimentos, em resposta a algum objeto externo (pessoa, trânsito, time de futebol…) ou sentir ansiedade, e outros sentimentos, em resposta a algum objeto interno (hiperteireoidismo, diabetes, TPM, etc…).
Mas, de qualquer forma, o mundo objectual (do não eu) só pode ter valor se o sujeito o atribui. Para o sujeito nutrir sentimentos de ódio, é indispensável que atribua ao objeto de seu ódio um valor suficiente para fazê-lo reagir com esse tipo de sentimento. Obviamente, se ignorar o valor do objeto não poderá odiá-lo.
Em termos práticos podemos dizer que a raiva, como uma emoção, não implica mágoa, mas em estresse, e o ódio, como sentimento, implica uma mágoa crônica, uma angústia e frustração. Nenhum dos dois é bom para a saúde; enquanto a raiva, através de seu aspecto agudo e estressante proporciona uma revolução orgânica bastante importante, às vezes suficientemente importante para causar um transtorno físico agudo, do tipo infarte ou derrame (AVC), o ódio consome o equilíbrio interno cronicamente, mais compatível com o câncer, com arteriosclerose, com a diabetes, hipertensão crônica." Fonte Wikipédia

Daí surge o x da questão se Deus é amor como ele pode odiar alguém ?
A resposta é simples. Deus não odeia ninguém. Mas o homem odeia e tenta de alguma maneira dizer que isto é a vontade de Deus.
"Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? " 1 João 4:20
A natureza humana é que carrega dentro de si a dualidade de sentimentos, os bons e os ruins. Mas você tem o poder de escolher qual lado você irá seguir. 
Infelizmente grande parte das pessoas usa desculpas como muletas para afastar a responsabilidade seus atos.
E muitas vezes se diz inocente por ser enganado. Mas ninguém pode enganar você sem o seu consentimento.
Ou seja, você escolhe o que sentir e o que fazer. Com quem quer estar e com quem não quer estar. E ninguém pode forçar você fazer o que não quer.
Então alguém pode dizer "Mas Deus odeia este tipo de gente que faz isto ou aquilo".
Como dito, anteriormente, a natureza do homem que carrega a dualidade de sentimentos. E é imperfeita, porque precisa fazer suas escolhas para seguir seu caminho. E a palavra diz que:

"Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa..." Números 23: 19
 A própria palavra afirma. Deus não é homem (carnal), logo Deus não tem a natureza humana. Concluindo que Deus não odeia ninguém.
A Bíblia sofreu diversas traduções e diversas interpretações. Que não são levadas ao extremo como outras são.
Deus não mandou você criar guerras em nome dele. Também não mandou você odiar ninguém em nome de Deus.
Porque quando você exterioriza o ódio, você esta contradizendo as palavras de Deus, que diz "Amarás o teu próximo como a ti mesmo"Mateus 22: 39.
Como é dito em Gálatas 5: 14, que toda a palavra de Deus se cumpre quando você ama o seu próximo como a você mesmo.
Outro pode dizer, mas o velho testamento prega como devemos viver.
Pondere. O Antigo Testamento foi cumprido pela morte de Jesus na cruz. Pois foi estabelecido um padrão muito alto de conduta para que o homem pudesse ser visto como perfeito diante de Deus.
E quando o povo pecava era preciso haver o sacrifício de um animal puro e perfeito. Ai seria feita a expiação do pecado.

"Porque a vida da carne está no sangue; pelo que vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pelas vossas almas; porquanto é o sangue que fará expiação pela alma." Levítico 17: 11 
Quando Jesus morreu na cruz, ele pagou a dívida do homem. Quando a Serpente veio e derrubou o homem de sua condição de inocência, fazendo com que o homem conhecesse o bem e o mau.
Por isto os animais não tem pecado. Porque não tem o mesmo conhecimento que o homem tem.

"Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados." Colossenses 1:14
Por isto que quando dizem "Deus odeia este ou aquele", eu tenho a certeza em meu coração que é mentira. Pois Deus não tem a natureza do homem e nem se leva pela impulsividade do homem.
Talvez o desejo de poder controlar o outro, algumas pessoas tentam a todo custo desvirtuar as lições de amor que Cristo deixou. 
E Deus foi claro ao dizer aos homens que ele não tem a natureza humana.

"Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR." Isaías 55:8 

Por isto eu questiono. Como um ser perfeito que oferece o amor incondicional pode odiar alguém ? 

Responda se for capaz. Se desejar comente.

A paz para todos.

Dryca Lys

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