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Senhor Magno Malta, não use a fé dos outros para se promover politicamente.

Opinião do blog: Sinceramente, me senti ofendida com este posicionamento do Senador Magno Malta, sim ele fez uma bela projeção de sua imagem com a luta contra a pedofilia. Embora tenha deixado muita coisa a desejar. Mas a luta contra o mau pedofilia é mais que válido.
Mas atacar o público gay, distorcer muitos fatos. E principalmente TENTAR USAR A FÉ DOS OUTROS COMO ARMA DE CAMPANHA POLÍTICA É O FIM DA PICADA.
Se Deus é amor como ele pode odiar o ser humano? Leia este artigo e me responda se for capaz...
O que eu acho mais interessante é que na hora de pagar impostos, não importa se você é gay, negro, gordo, "puta", não importa o que você seja ou faça. Ou paga ou sofre intervenção do Estado.
Agora na hora de promover a pacificação da sociedade e trabalhar em favor do povo, esquece...
Belo exemplo de preconceito Magno Malta... Muito belo exemplo de falta de seriedade.
Porque usar a Igreja para joguinhos políticos é o cúmulo do absurdo.
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Senador evangélico ataca Haddad por 'kit gay'


 O líder do PR no Senado, Magno Malta (ES), ameaçou ontem mobilizar os evangélicos para derrotar o petista Fernando Haddad na eleição municipal de São Paulo.

Ele voltou a ligar o ex-ministro da Educação ao chamado "kit gay"--material que seria distribuído em escolas para combater preconceito contra homossexuais.
"Nós [religiosos] vamos derrotar o Haddad e qualquer um que acredite em 'kit gay' e aborto", disse Malta, que integra a bancada evangélica.
Folhapress
Fernando Haddad, pré-candidato do PT à Prefeitura de SP, e o senador Magno Malta (PR-ES)
Fernando Haddad, pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, e o senador Magno Malta (PR-ES)
O ataque foi motivado pela insatisfação com uma fala do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) no Fórum Social Temático, no último dia 27.
Malta o acusou de pregar uma batalha ideológica contra evangélicos que têm a "visão do mundo controlada por pastores de televisão".
Anteontem, da tribuna do Senado, chamou o ministro de "safado", "mentiroso", "cara de pau" e "camaleão". Ainda recomendou que ele lavasse a boca com álcool antes de falar dos evangélicos.
Em palestra no fórum, o ministro disse que o Estado deve fazer uma "disputa ideológica" pela chamada nova classe média, que estaria "à mercê da ideologia disseminada pelos meios de comunicação" e "hegemonizada por setores conservadores".
"Lembro aqui, sem nenhum preconceito, o papel da hegemonia das igrejas evangélicas, das seitas pentecostais, que são a grande presença para esse público que está emergindo", afirmou.
O petista disse ter sido mal compreendido. "De maneira alguma ataquei os companheiros evangélicos. O que fiz foi uma constatação política que, de fato, quem tem presença na periferia do Brasil, quem fala para as classes sobretudo C, D e E, são as igrejas evangélicas."

Fonte da matéria Folha de São Paulo

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