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Caso Luana: a sociedade pede justiça para esta má conduta policial

Luana Barbosa dos Reis
Luana Barbosa dos Reis tinha 34 anos, família e um filho para criar. Luana saiu de casa a noite para acompanhar seu filho de 14 até a escola. Porém não voltou mais para casa.
Foi abordada por polícias, foi brutalmente agredida. Acabou sendo internada na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas (HC-UE), no dia 08/04. após cinco dias de internação acabou por falecer por  isquemia cerebral aguda causada por traumatismo crânio-encefálico, conforme aponta a declaração de óbito.
Segundo testemunhas, Luana foi abordada pela PM que pediu que ela parasse, então Luana pediu que fosse revistada por uma policial feminina, UM DIREITO ASSEGURADO EM LEI QUE TODA MULHER DEVE SER REVISTADA POR UMA AGENTE POLICIAL FEMININA PARA EVITAR CONSTRANGIMENTOS, e a partir dai Luana passou a ser brutalmente agredida pelos policiais, sob acusação de suposto desacato e agressão desferidos pela vítima.
A selvageria foi tanta que Luana foi agredida por 6 policias, na rua onde morava.

É preciso averiguar este caso com rigor, é o que se espera da Corporação. Mas o grande receio é do caso cair no esquecimento e ser arquivado pelo fato da vítima ser negra, pobre e lésbica.
Infelizmente no Brasil vigora a conduta dos dois pesos e duas medidas, levando se em conta sempre quem é a pessoa que é vítima na situação.

Espera-se que o caso siga em frente, que seja esclarecido. Pois para a família restou a dor da perda de um ente querido e o medo de represálias.

Por fim, a Corporação da Polícia Militar não pode aceitar esta situação que mancha a dignidade e a honra da mesma. Pois pela má conduta de alguns PMs a Corporação inteira é mal vista. A sociedade clama por justiça e que a Corporação puna com rigor quem agiu com força desmedida e fora dos limites da lei.


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