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Que o pai da filha de Simony pare de expor a criança que é a parte mais frágil nesta briga toda.



O caso da Simony revela o problema que toda mulher que se torna mãe enfrenta. Quando o pai pensa que pode pagar qualquer valor para os filhos, com a desculpa que não quer sustentar a mãe da criança.

Os homens precisam entender que a responsabilidade dos pais é dividida entre os pais em 50% da criação, da educação e de prover condições para pagar as despesas que a própria criança tem (com roupas, com comida, com educação, com saúde, com diversão, com cultura).

Agora esta na mídia exposta mais um caso, onde um dos pais tenta fugir de sua responsabilidade com sua filha.

Todos nós conhecemos a carreira de Simony e o quanto esta mulher trabalha, como muitas mulheres no Brasil e passa por esta situação humilhante. Pois é um lema de vida de Simony: Trabalhar muito para ter a própria independência e não depender de ninguém.

Uma vez que a pensão que é paga a criança (termo jurídico correto é Alimentos) obedece preceitos legais que considera as condições do Alimentante (quem paga a pensão) e do Alimentado (quem recebe a pensão, o verdadeiro beneficiário, a criança).

A educação da criança é responsabilidade do pai e da mãe. E não somente da mãe. Ou somente do pai. Pois na concepção da criança foi feita pelos dois. 

Agora é deprimente a exposição desta criança, pelo pai. E isto demonstra o quanto o pai esta querendo atingir a Simony. E utilizar uma criança para descontar frustração contra Simony, realmente não é legal. 

Poxa o pai desta garotinha deveria pensar na dor que esta causando. Pois a dor do filho é bem diferente da dor do casal que se separou. O relacionamento não deu certo, tudo bem. Bola pra frente...

Mas os pais, mesmo que separados, devem preservar a integridade moral e psicológica desta criança. E com toda certeza, Simony jamais promoveria alienação parental. Pois eu já encontrei em eventos e pude observar o quão carinhosa ela é com seus filhos.

Não citarei o nome da filha de Simony, por respeito a criança. Não citarei o nome do pai, pois não merece holofotes. Pois na Defensoria Pública, o que eu mais via eram mães lutando para fazer os pais cuidarem dos seus próprios filhos.

E na guerra judicial entre os pais, quem mais era prejudica, principalmente na questão emocional, eram as crianças. Que não entendiam o motivo dos pais estarem naquela constante briga. E sempre se culpavam, achando que elas, as crianças, eram culpadas por aquela situação entre os pais.

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